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“Assistentes Desassistidos” – Carta Aberta do Grupo Unidos Pelo SUAS

A secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, e esposa do prefeito Rafael Tubarão, Bianca Vasconcellos

No dia 2 de fevereiro, o site O MANGUE recebeu uma carta assinada pelo grupo UNIDOS PELO SUAS (SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL), na qual é relatada possíveis e graves irregularidades acontecendo na Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos em Magé. Segue aqui a publicação, que cita diretamente a secretária e primeira-dama, Bianca Vasconcellos, que desde já tem seu Direito de Resposta garantido.

“Enquanto a Secretaria de Educação vem passando por maus momentos devido às denúncias envolvendo o processo de seleção para profissionais da área da educação no município, a secretária de Assistência, Bianca Vasconcellos, desde que assumiu a gestão da secretaria demitiu praticamente todos os coordenadores dos equipamentos da Assistência Social e admitiu novos coordenadores, bem como, houve contratações de outros profissionais, como oficineiros, educadores profissionais, técnicos de nível superior, administrativos, auxiliares de serviços gerais sem que houvesse qualquer processo seletivo prévio.

Também houve a contratação de parentes da secretária, que além de não terem passado por processo seletivo, não estão sujeitos às mesmas normas que orientam a atividade profissional dos demais servidores e se utilizam do parentesco para fazerem valer suas vontades pessoais e obterem privilégios.

Parece não estar clara a cisão necessária entre público e privado, demonstrando que questões pessoais e outras predominam em relação ao oferecimento de serviço qualificado e eficiente aos usuários.

As novas contratações demonstram a total ausência de critérios para alocação dos profissionais em seus locais de trabalho. Além de demonstrar clara perseguição aos funcionários de vínculo estatutário, que estão sendo transferidos para locais de difícil acesso e sem respeitar suas formações e trajetórias profissionais.

Vale lembrar que como em outros municípios, a lotação dos servidores de Magé foi realizada considerando a colocação no concurso, a formação profissional e o melhor acesso, considerando inclusive que o município não cumpre com o benefício ‘passagem’, conforme preconiza a Lei.

Ao agir dessa forma a secretária de Assistência Social e Direitos Humanos está demonstrando total desrespeito a esses critérios e aos usuários que dia após dia são atendidos por profissionais diferentes, desconsiderando o vínculo e o trabalho já realizado.

Como profissionais que muitas vezes não possuem experiência na Assistência Social assumem diretamente cargos na política??”

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